terça-feira, 30 de novembro de 2010
Amor de tia-madrinha...
Hoje meu post é em homenagem ao pequeno Andrey... meu sobrinho-afilhado que está completando 2 meses de vida!!! Um bebê muito fofo e risonho que me faz pensar em quanto o verdadeiro amor é puro e desinteressado! A única coisa que ele pode me oferecer é um sorriso e pra mim, isso basta!!! :-)
Parabéns, meu pequeno!! Que você continue crescendo feliz e saudável e que seja sempre motivo de muita alegria para todos nós!!! Muitos apertinhos cheios de saudades!!!!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Eu nunca vou saber....
Tenho tido bastante dificuldade para pegar no sono o que me rende algumas horinhas pra pensar em muita coisa!! Coisas úteis, inúteis, engraçadas, bobas..... Uma noite dessas (não sei porquê) comecei a pensar em coisas que eu NUNCA vou saber como são. Achei a brincadeira interessante (meio boba tb!! :) então resolvi dividir aqui com "vocês"!
Eu nunca vou saber como é ser filha única;
Eu nunca vou saber como é ser a irmã mais velha ou a irmã mais nova (sou a filha do meio);
Eu nunca vou saber como é nascer, crescer e viver sempre na mesma cidade (até hoje morei em 4);
Eu nunca vou saber como é ser adulta e solteira (estou "casada" desde os 18 anos portanto passei minha vida toda de adulta casada! SE um dia eu me separar (TOMARA QUE NÃO!!!), vou saber como é a vida de "separada" mas de solteira não tem mais jeito!);
Eu nunca vou saber como é ser adulta sem filhos (tive a Tatá com quase 19 anos.... e está aí uma coisa que você nunca deixa de ser: mãe!);
Eu nunca vou saber como é ver o mundo na perspectiva dos homens (sexo masculino mesmo);
Eu nunca vou saber como é ficar bêbada (nunca bebi e tenho intolerância ao álcool o que dificulta qualquer porre que eu venha querer tomar....);
Eu nunca vou saber como é passar a vida inteira sem dançar (eu danço desde que me entendo por gente e sinceramente acho muito estranho como algumas pessoas conseguem passar a vida inteirinha sem dançar ao menos um pouquinho!!);
Eu nunca vou saber como seria não ter pensado nisso!!! :-)
Gostou? Pode colaborar com outros "Eu nunca vou saber"....
Eu nunca vou saber como é ser filha única;
Eu nunca vou saber como é ser a irmã mais velha ou a irmã mais nova (sou a filha do meio);
Eu nunca vou saber como é nascer, crescer e viver sempre na mesma cidade (até hoje morei em 4);
Eu nunca vou saber como é ser adulta e solteira (estou "casada" desde os 18 anos portanto passei minha vida toda de adulta casada! SE um dia eu me separar (TOMARA QUE NÃO!!!), vou saber como é a vida de "separada" mas de solteira não tem mais jeito!);
Eu nunca vou saber como é ser adulta sem filhos (tive a Tatá com quase 19 anos.... e está aí uma coisa que você nunca deixa de ser: mãe!);
Eu nunca vou saber como é ver o mundo na perspectiva dos homens (sexo masculino mesmo);
Eu nunca vou saber como é ficar bêbada (nunca bebi e tenho intolerância ao álcool o que dificulta qualquer porre que eu venha querer tomar....);
Eu nunca vou saber como é passar a vida inteira sem dançar (eu danço desde que me entendo por gente e sinceramente acho muito estranho como algumas pessoas conseguem passar a vida inteirinha sem dançar ao menos um pouquinho!!);
Eu nunca vou saber como seria não ter pensado nisso!!! :-)
Gostou? Pode colaborar com outros "Eu nunca vou saber"....
terça-feira, 6 de julho de 2010
Há 17 anos atrás....
estava eu no CAISM - UNICAMP em trabalho de parto!!! Foram mais de 12 horas até a pequena Talita resolver dar as caras aqui fora!!! Às 6h38 da manhã, aparecia a menina comprida que até então eu pensava ser menino!!
Se posso escolher um dia que tenha mudado a minha vida, é esse!! A partir daquele momento, com meus quase 19 anos de idade, descobri que nunca mais seria só eu.... desde então, e pra sempre, eu seria a mãe da Talita!!
E é o que tenho sido.... foram muitas alegrias, descobertas, preocupações, muito trabalho mas, principalmente, muito prazer e muito amor!!! Um amor incondicional quase impossível de descrever mas que toda mãe sabe como é...
Parabéns, Tatá!!! Tenho muito orgulho de ser sua mãe!!!!
Se posso escolher um dia que tenha mudado a minha vida, é esse!! A partir daquele momento, com meus quase 19 anos de idade, descobri que nunca mais seria só eu.... desde então, e pra sempre, eu seria a mãe da Talita!!
E é o que tenho sido.... foram muitas alegrias, descobertas, preocupações, muito trabalho mas, principalmente, muito prazer e muito amor!!! Um amor incondicional quase impossível de descrever mas que toda mãe sabe como é...
Parabéns, Tatá!!! Tenho muito orgulho de ser sua mãe!!!!
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Sobre religião e espiritualidade....
Vou postar aqui um trecho de uma mensagem que recebi por email outro dia. Como tudo que recebemos por email, não se sabe se a autoria é de quem se diz mesmo nem a veracidade de todos os fatos mas o trecho que me chamou a atenção (e creio ser muito útil pra muitos de nós) é interessante venha de quem vier... Compartilho com "ele" a visão do que é religião e o que é espiritualidade!! E creio que o que mais falta à humanidade é justamente espiritualidade!! Leiam e reflitam:
"Quando você começa a discutir quem vai para céu e quem vai para o inferno, ou se Deus é a favor ou contra à prática do homossexualismo,ou mesmo se você tem que subir uma escada de joelhos ou dar o dízimo na igreja para alcançar o favor de Deus, você está discutindo religião.
Quando você começa a discutir se o correto é a reencarnação ou a ressurreição, a teoria de Darwin ou a narrativa do Gênesis, e se o livro certo é a Bíblia ou o Corão, você está discutindo religião.
Quando você fica perguntando se a instituição social é espírita kardecista, evangélica, ou católica, você está discutindo religião.
O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerância.
A religião coloca de um lado os adoradores de Allá, de outro os adoradores de Yahweh, e de outro os adoradores de Jesus. Isso sem falar nos adoradores de Shiva, de Krishna e devotos do Buda, e por aí vai.
E cada grupo de adoradores deseja a extinção dos outros, ou pela conversão à sua religião, o que faz com que os outros deixem de existir enquanto outros e se tornem iguais a nós, ou pelo extermínio através do assassinato em nome de Deus, ou melhor, em nome de um deus, com d minúsculo, isto é, um ídolo que pretende se passar por Deus.
Mas quando você concentra sua atenção e ação, sua práxis, em valores como reconciliação, perdão, misericórdia, compaixão, solidariedade, amor e caridade, você está no horizonte da espiritualidade, comum a todas as tradições religiosas. E quando você está com o coração cheio de espiritualidade, e não de religião, você promove a justiça e a paz.
Os valores espirituais agregam pessoas, aproxima os diferentes, fazem com que os discordantes no mundo das crenças se dêem as mãos no mundo da busca de superação do sofrimento humano, que a todos nós humilha e iguala, independentemente de raça, gênero, e inclusive religião."
De acordo com o que recebi por email esse é um techo de um texto do pastor Ed René Kivitz
"Quando você começa a discutir quem vai para céu e quem vai para o inferno, ou se Deus é a favor ou contra à prática do homossexualismo,ou mesmo se você tem que subir uma escada de joelhos ou dar o dízimo na igreja para alcançar o favor de Deus, você está discutindo religião.
Quando você começa a discutir se o correto é a reencarnação ou a ressurreição, a teoria de Darwin ou a narrativa do Gênesis, e se o livro certo é a Bíblia ou o Corão, você está discutindo religião.
Quando você fica perguntando se a instituição social é espírita kardecista, evangélica, ou católica, você está discutindo religião.
O problema é que toda vez que você discute religião você afasta as pessoas umas das outras, promove o sectarismo e a intolerância.
A religião coloca de um lado os adoradores de Allá, de outro os adoradores de Yahweh, e de outro os adoradores de Jesus. Isso sem falar nos adoradores de Shiva, de Krishna e devotos do Buda, e por aí vai.
E cada grupo de adoradores deseja a extinção dos outros, ou pela conversão à sua religião, o que faz com que os outros deixem de existir enquanto outros e se tornem iguais a nós, ou pelo extermínio através do assassinato em nome de Deus, ou melhor, em nome de um deus, com d minúsculo, isto é, um ídolo que pretende se passar por Deus.
Mas quando você concentra sua atenção e ação, sua práxis, em valores como reconciliação, perdão, misericórdia, compaixão, solidariedade, amor e caridade, você está no horizonte da espiritualidade, comum a todas as tradições religiosas. E quando você está com o coração cheio de espiritualidade, e não de religião, você promove a justiça e a paz.
Os valores espirituais agregam pessoas, aproxima os diferentes, fazem com que os discordantes no mundo das crenças se dêem as mãos no mundo da busca de superação do sofrimento humano, que a todos nós humilha e iguala, independentemente de raça, gênero, e inclusive religião."
De acordo com o que recebi por email esse é um techo de um texto do pastor Ed René Kivitz
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Dia Internacional da Dança
O Dia Internacional da Dança vem sendo celebrado no dia 29 de abril, promovido pelo Conselho Internacional de Dança (CID), uma organização interna da UNESCO para todos tipos de dança.
A comemoração foi introduzida em 1982 pelo Comitê Internacional da Dança da UNESCO. A data comemora o nascimento de Jean-Georges Noverre (1727-1810), o criador do ballet d'action.
Entre os objetivos do Dia da Dança estão o aumento da atenção pela importância da dança entre o público geral, assim como incentivar governos de todo o mundo para fornecerem um local próprio para dança em todos sistemas de educação, do ensino infantil ao superior.
Fonte: wikipedia
Vamos dançar!!!! Faz bem pro corpo e, principalmente, pra alma!!!!
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Meia estação
Ontem, caminhando em um shopping aqui de BH, tive um insight quanto a um problema da humanidade: as pessoas não sabem viver na "meia estação"!!!
Tudo começou por causa das roupas. Naquele momento (início da noite) a temperatura devia estar por volta dos 21 graus. Porém durante o dia tinha estado mais alta, deve ter chegado nos 27 ou 28. Esse é o caso mais comum aqui nas alterosas. Sol quente com um ventinho fresco. As vezes é possível estar morrendo de calor por estar andando no sol, por exemplo, e ficar com frio quando para (sem acento de acordo com a nova ortografia:) em uma sombra.... Mas voltemos às pessoas!!!
Como eu dizia, estava começando a baixar a temperatura mas ainda não estava frio. E o que eu via era dois tipos de roupas: de calor (as vezes exageradamente de calor) ou de frio (tinha gente de lã, usando gorro e outros apetrechos afins...). Começando a prestar a atenção nisso, fui descobrindo que o problema era esse: as pessoas não sabem viver na meia estação!!! E isso em relação a tudo!! Me parece que para a maioria da população as coisas são brancas ou pretas e desta forma deixam de fora de suas vidas o enorme leque de opções de cinza!!!
Comecei a refletir sobre isso e achar alguns exemplos: aqui em BH sempre te perguntam se você é atlético ou cruzeiro. Ninguém pergunta: que time você torce? Perguntam diretamente: Você é "galo" ou cruzeiro?? Meu Deus!!! Temos centenas de times no Brasil porque se limitar a duas opções??? Mesmo aqui em BH tem o América tadinho.... ninguém lembra dele!!!
E os exemplos continuaram.... Você é casada ou solteira? (são tantas as outras opções:); Fulano é loiro ou moreno? Alto ou baixo? Você é de direita ou de esquerda??? E assim segue.... Concluí que o problema é a dicotomização do mundo!!!!
Vamos acabar com isso!! Vamos celebrar a "coluna do meio". Vamos viver a meia estação!!!! Topa?? :)
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Porto Alegre
Na semana passada (feriado de Páscoa) passei uns dias em Porto Alegre. Conhecer uma cidade diferente e ter um pouco mais de tempo livre me fez pensar em muitas coisas...
A principal delas, que acredito valer a pena dividir com vocês, é sobre a segurança (ou a falta dela) nas grandes cidades brasileiras. Porto Alegre é uma cidade com muito verde incluindo praças e parques (conheci melhor um deles, o Farroupilha). Porém, não consegui aproveitá-lo como aproveitei outros em diferentes cidades do mundo. A sensação de insegurança, o abandono das autoridades que permite que ali se faça de tudo, o cheiro ruim de banheiro ao céu aberto que emanava de alguns pontos "enfeiava" um parque que teria tudo pra ser maravilhoso!!
O mesmo (falta de segurança) ocorria no centro da cidade. Belos prédios antigos, de diferentes épocas da arquitetura, que não podiam ser fotografados simplesmente porque seria perigoso tirar a câmera da bolsa naquele local!! E, infelizmente, isso não é exclusividade de Porto Alegre. Acontece em qualquer capital/grande cidade brasileira. A pergunta que não me saía da cabeça era: isso é qualidade de vida??? O que poderia ser feito pra que fosse diferente?? Será que só nos países "desenvolvidos" as pessoas têm o direito de caminhar na rua tranquilamente??
Vi belas paisagens, um lindo pôr-do-sol no Guaíba (foto), comi muito bem, conheci pessoas agradáveis... mas ainda fica a sensação de que poderia ser MUITO melhor!!!!!
A principal delas, que acredito valer a pena dividir com vocês, é sobre a segurança (ou a falta dela) nas grandes cidades brasileiras. Porto Alegre é uma cidade com muito verde incluindo praças e parques (conheci melhor um deles, o Farroupilha). Porém, não consegui aproveitá-lo como aproveitei outros em diferentes cidades do mundo. A sensação de insegurança, o abandono das autoridades que permite que ali se faça de tudo, o cheiro ruim de banheiro ao céu aberto que emanava de alguns pontos "enfeiava" um parque que teria tudo pra ser maravilhoso!!
O mesmo (falta de segurança) ocorria no centro da cidade. Belos prédios antigos, de diferentes épocas da arquitetura, que não podiam ser fotografados simplesmente porque seria perigoso tirar a câmera da bolsa naquele local!! E, infelizmente, isso não é exclusividade de Porto Alegre. Acontece em qualquer capital/grande cidade brasileira. A pergunta que não me saía da cabeça era: isso é qualidade de vida??? O que poderia ser feito pra que fosse diferente?? Será que só nos países "desenvolvidos" as pessoas têm o direito de caminhar na rua tranquilamente??
Vi belas paisagens, um lindo pôr-do-sol no Guaíba (foto), comi muito bem, conheci pessoas agradáveis... mas ainda fica a sensação de que poderia ser MUITO melhor!!!!!
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